março 28, 2008

perve CIDADE

No turbilhão da cidade
O epicentro do máu
Um açalto na farmácia,
Nas pessoas vi-olência
Todo mundo se droggano
Nem todo mundo se culpa
A droggaria alivia
E o vagabundo alicia
Liberdade assustada,
Liberdade bagunssada.

San duixe Americanu,
O dólar Atrapalhano.
Celulares dirigino
avenidas de din-êro.
Sensores pra perseguir
as fila de motorista
Importado num se importa
cum a fome nacional.
Liberdade nunca tarde
Liberdade vai naiscer

Evangélicos na mídia
O demônio não TiVê
Jezuis é qui acridita
naisch pessôa do ashfalto.
Vendedores que assaltam
Uzouvido do povão
O minino Semvergonha
Que trabalha no sinal
Liberdade é-qui-distante
Liberdade escravizada

A pulícia e o malândru
no cinema da famílha
O bandido corre mais
O soldado num tem jeito
Porque sempre corre atrás.
O país tem muito jogo
Escola num cabe todos
Cadeia num cabe mais
A liberdade é saber
A liberdade vai vai ver


Abima-EL

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